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Um estudo, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), aponta que o fato de ser homossexual não atrapalha o desempenho no trabalho, pelo contrário, o fato de esconder a orientação sexual é que pode realmente ter um efeito adverso sobre as funções laborativas.
As conclusões do estudo, que durou seis meses, e foi conduzido por Benjamin Everly e Ho Geoffrey, PHDs da UCLA, e Shih Margaret, Professora do departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da universidade, sugerem que as políticas que introduzem incerteza nas interações sociais, podem de fato prejudicar em vez de ajudar na performance. Os resultados do estudo foram publicados no "Journal of Experimental Social Psychology".
"Apesar de muitas pesquisas examinarem o que acontece com indivíduos que escondem sua identidade, não há nenhum trabalho para examinar o que acontece com uma pessoa que interage com alguém que é forçado a esconder sua orientação sexual" (...) "Nossos estudos são os primeiros a examinar como esses comportamentos afetam o desempenho de pessoas que trabalham com colegas gays." Diz Everly,
O estudo acompanhou um grupo de 50 alunos do sexo masculino, divididos em duplas, que tiveram que desempenhar tarefas cognitivas e de coordenação motora. Em determinados momentos, a parceria era formada por um estudante heterossexual, e em outros, com um abertamente homossexual.
Os resultados mostraram que, as duplas formadas por parceiros abertamente homossexuais, tiveram desempenhos melhores nos dois tipos de testes - obtiveram 32% mais sucesso nas tarefas cognitivas, nas quais resolveram exercícios de matemática, e se saíram 20% melhor nas sensoriais, que consistiam em partidas de tiro em jogos virtuais.
Para os pesquisadores, locais onde há políticas de não se revelar a orientação sexual, criam um clima de ambiguidade e incerteza que prejudica o desempenho dos funcionários. A pesquisa só aponta para o que todos nós já sabíamos, afinal de contas, desde quando ser obrigado a viver em segredo pode ser algo de bom?
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Um estudo, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), aponta que o fato de ser homossexual não atrapalha o desempenho no trabalho, pelo contrário, o fato de esconder a orientação sexual é que pode realmente ter um efeito adverso sobre as funções laborativas.
As conclusões do estudo, que durou seis meses, e foi conduzido por Benjamin Everly e Ho Geoffrey, PHDs da UCLA, e Shih Margaret, Professora do departamento de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da universidade, sugerem que as políticas que introduzem incerteza nas interações sociais, podem de fato prejudicar em vez de ajudar na performance. Os resultados do estudo foram publicados no "Journal of Experimental Social Psychology".
"Apesar de muitas pesquisas examinarem o que acontece com indivíduos que escondem sua identidade, não há nenhum trabalho para examinar o que acontece com uma pessoa que interage com alguém que é forçado a esconder sua orientação sexual" (...) "Nossos estudos são os primeiros a examinar como esses comportamentos afetam o desempenho de pessoas que trabalham com colegas gays." Diz Everly,
O estudo acompanhou um grupo de 50 alunos do sexo masculino, divididos em duplas, que tiveram que desempenhar tarefas cognitivas e de coordenação motora. Em determinados momentos, a parceria era formada por um estudante heterossexual, e em outros, com um abertamente homossexual.
Os resultados mostraram que, as duplas formadas por parceiros abertamente homossexuais, tiveram desempenhos melhores nos dois tipos de testes - obtiveram 32% mais sucesso nas tarefas cognitivas, nas quais resolveram exercícios de matemática, e se saíram 20% melhor nas sensoriais, que consistiam em partidas de tiro em jogos virtuais.
Para os pesquisadores, locais onde há políticas de não se revelar a orientação sexual, criam um clima de ambiguidade e incerteza que prejudica o desempenho dos funcionários. A pesquisa só aponta para o que todos nós já sabíamos, afinal de contas, desde quando ser obrigado a viver em segredo pode ser algo de bom?
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