31/05/12

31 de maio - Parabéns a todas as Aeromoças e a todos os Comissários de bordo do Brasil!


Parabéns! Obrigado por todos os sorrisos! 

Posição de Obama sobre casamento gay influi na opinião pública



Visto no Terra
Dica de Augusto Martins 

A declaração de apoio do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao casamento homossexual pode ter levado alguns norte-americanos, especialmente negros e hispânicos, a reconsiderar sua oposição a isso, como revela uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada no dia 25/05.

Em 9 de maio, Obama se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos a se posicionar favoravelmente ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Democratas, ativistas e outros viram nisso um marco nos direitos civis do país, enquanto líderes republicanos e conservadores cristãos criticaram Obama por inserir um tema tão polêmico na campanha eleitoral deste ano.

A pesquisa pergunta aos entrevistados se eles são contra o casamento homossexual, se apoiam uniões civis homossexuais, se apoiam o casamento homossexual ou se não têm opinião formada.

A manifestação de Obama parece ter tido impacto particularmente entre os afroamericanos. Antes de 9 de maio, 34 por cento dos negros se opunham ao casamento homossexual. Agora, só 23 por cento são contra.
Nesse grupo, o apoio às uniões civis subiu de 19 para 28 por cento, mas o apoio ao casamento homossexual propriamente dito caiu de 31 para 29 por cento. O número de indecisos subiu de 16 para 21 por cento.

"Os norte-americanos negros são um eleitorado crucial para o presidente com vistas a novembro, e essa mudança de atitudes é uma boa notícia para Obama. Se ele conseguir liderar e formar a opinião, ao invés de apenas reagir a ela, poderá governar mais efetivamente caso obtenha um segundo mandato", disse Julia Clark, do instituto Ipsos.

Entre os hispânicos, maior minoria dos Estados Unidos, potencialmente decisiva em alguns Estados eleitoralmente estratégicos, o apoio ao casamento gay saltou de 46 para 51 por cento depois da fala de Obama. A oposição hispânica à prática caiu de 23 para 20 por cento.

Entre os brancos, a oposição ao casamento gay caiu apenas dois pontos percentuais, de 27 para 25 por cento, e o apoio cresceu na mesma medida, de 39 para 41 por cento.

A análise dos dados gerais da população, combinando os três grupos étnicos, não estava imediatamente disponível.

Os dados foram recolhidos pela Internet, numa pesquisa feita diariamente pela Ipsos para a Reuters. Eles levam em conta todas as entrevistas feitas desde janeiro de 2012. A pergunta sobre o apoio ao casamento homossexual consta desde o início da série.

Obras que valorizem diversidade serão selecionadas para escolas



Visto no site Boa Informação
Dica de Augusto Martins 

O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) abriu no dia 25/05 o prazo para a pré-inscrição de obras de referência elaboradas com base no reconhecimento e na valorização da diversidade humana. Voltadas para estudantes e professores do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, essas obras devem contribuir para a formação de uma cultura cidadã e a afirmação de valores que se oponham a todo tipo de preconceito, discriminação e exclusão.

Para ajudar na construção dessa cultura cidadã, foram estabelecidos nove temas que contemplam as especificidades de populações que compõem a sociedade brasileira: indígena; quilombola; campo; educação de jovens e adultos; direitos humanos; sustentabilidade socioambiental; educação especial; relações étnico-raciais e juventude.

A iniciativa é da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As editoras interessadas em participar da seleção têm até 25 de outubro de 2012 para pré-inscrever seus títulos no chamado PNBE Temático. A pré-inscrição deve ser feita no Sistema de Material Didático (Simad), do FNDE.

Cada obra pode ser inscrita apenas em uma das categorias temáticas. A entrega das obras para avaliação será de 6 a 8 de novembro de 2012. Após a seleção, o FNDE pretende formar acervos com até 45 títulos, englobando todos os temas, que serão encaminhados em 2013 para aproximadamente 60 mil escolas beneficiárias.

Assessoria de Comunicação Social

Veja o edital do PNBE Temático
 

Gloria Pires e Miranda Otto vivem amor gay em ‘Flores Raras’


Visto no site da Caras

Dirigido por Bruno Barreto, ‘Flores Raras’ mostrará o amor de duas mulheres interpretadas por Gloria Pires e Miranda Otto, atriz de ‘O Senhor dos Anéis’

A poetisa norte-americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota Macedo Soares tiveram que enfrentar os obstáculos do preconceito por amor ao se apaixonarem em uma época de transformações - entre os anos 50 e 60.

O romance das duas virou livro (Flores Raras e Banalíssimas, de Carmen Lucia de Oliveira) que está sendo adaptado por Bruno Barreto (57) para os cinemas brasileiros. O cineasta convidou atrizes de peso para contar essa história: Gloria Pires (48) e Miranda Otto (44). A última, australiana, ficou conhecida ao interpretar a personagem Éowyn de Rohan no longa-metragem O Senhor dos Anéis: As Duas Torres.

As gravações terão início no dia 11 de junho no Rio de Janeiro.

Dupla entra em boate gay, rende segurança e abre fogo


Visto no O Diário

Uma casa noturna voltada ao público homossexual foi alvo de atentado na madrugada do último sábado, em Maringá. Dois homens entraram no estabelecimento e efetuaram diversos disparos de arma de fogo, fugindo em seguida. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações da a Polícia Civil, dois homens chegaram na Boate Stravaganzza, no Jardim Ivemar, por volta da 1h, e renderam o segurança do estabelecimento.

No interior da boate, segundo ainda a Polícia Civil, eles sacaram uma espingarda calibre 12 e uma pistola 9 milímetros. Três tiros foram feitos com a espingarda e uma série de disparos foram realizados com a pistola. Os tiros acertaram paredes e o teto do estabelecimento.

Depois de abrir fogo, os atiradores fugiram em um veículo de cor verde, possivelmente um GM Celta ou Corsa. Um grupo de clientes que estava no interior da casa noturna presenciou o atentado.

A polícia ainda não sabe o que motivou o ataque, mas trabalha com a hipótese de retaliação comercial. Os criminosos teriam sido contratados para afugentar a clientela. A casa noturna não possui câmeras de segurança.

"Ser gay ainda é um tabu", diz Beth Ditto


Visto na Folha
Por Pedro Diniz

Até conquistar seu "mundo perfeito", Beth Ditto teve de carregar uma "cruz pesada" em um "mundo cruel". Mulher, lésbica e bem acima do peso ideal (110 quilos em 1,57m) para quem almeja destaque na indústria do entretenimento, desafiou "quem dissesse o que deveria fazer" para chegar ao olimpo do "showbiz".

"Mesmo que isso não significasse rebeldia, e sim controle sobre a vida", diz.

Ao subverter o estereótipo da gordinha recatada, que quiseram lhe enfiar goela abaixo, fez de si mesma --e, de quebra, do trio indie rock Gossip, do qual é vocalista-- referência para jovens de todo o mundo.

Lady Gaga, de quem se diz fã, ainda nem havia pintado os cabelos quando o grupo estourou com "Standing in the Way of Control", single do álbum homônimo, lançado em 2006.

Já Adele, a quem a mídia costuma compará-la pelo tamanho dos vestidos, ainda postava demos na internet.

O quinto disco da banda, "A Joyful Noise" (algo como "um barulho divertido"), lançado neste mês, é uma espécie de libertação para a americana nascida no Arkansas. Coproduzido por Mark Ronson, ex-produtor da cantora Amy Winehouse, resulta da boa fase que Beth, aos 31, atravessa.

Foi escalada para cantar ao vivo na abertura do Festival de Cannes --interpretou a canção "Candle in the Wind", de Elton John. E, desde que foi lançado, o clipe da primeira música de trabalho de "Joyful Noise", "Perfect World", já soma 2 milhões de visualizações no YouTube.


"Vivi um relacionamento problemático por nove anos [com o DJ transgênero Freddie Fagula] e o sofrimento pautou várias músicas dos últimos três álbuns da banda. Agora, as canções são sobre ser feliz", afirma, com a ponta de ansiedade característica de quem pisa em um terreno ainda desconhecido.

VOLTA AO LAR

Ela planeja se casar daqui a um ano com sua ex-assistente, Kristin Ogata, e volta ao lar ("que é o Gossip"), depois de lançar no ano passado o EP solo "Deconstruction".

A empreitada solitária, de quatro faixas, não chegou perto da repercussão de "Music for Men" (2009), que vendeu um milhão de cópias e traz a catártica "Heavy Cross". A faixa foi, por muito tempo, a cereja do bolo dos DJs de baladas GLS.

Ser homossexual, aliás, é uma bandeira que Beth Ditto faz questão de levantar, principalmente "por estar incluída numa indústria musical preconceituosa como a americana".

"Preciso falar sobre isso. Ser gay ainda é um tabu, por mais que as pessoas insistam em fingir que não. Há milhares de gays na música, muitos deles ainda no armário, devido à homofobia. Que há, inclusive, de artista para artista", protesta.

E vai além: "As pessoas imaginam os EUA como um país em que há bastante liberdade criativa, mas são, na verdade, o mercado mais difícil para um homossexual se firmar".

Sua língua solta, ela sabe, fez muita gente torcer o nariz e dificultou a entrada da banda no mercado. "Alguns tiveram medo de investir na gente. Sei que minhas atitudes [ela já causou polêmica ao dizer que a 'pop star' 'Katy Perry é uma ofensa à cultura gay'] afetam a forma com a qual o Gossip é visto. Definitivamente, não somos a banda mais popular da América."

Ironicamente, foi num dos mundos mais cruéis com quem, por exemplo, canta de lingerie ostentando os quilos a mais, como já fez no palco, que ela tirou a sorte grande.

Beth é tida como ícone da indústria da moda e virou musa dos top estilistas Karl Lagerfeld, da Chanel --que desenhou roupas para ela--, e Jean Paul Gaultier. Para o último, de quem é amiga, cantou em seu desfile de verão 2011, na semana de moda de Paris.

"Você nunca vai me ouvir dizer que sou ícone de algo. Hoje, todo mundo é ícone fashion. Na indústria, funciona assim: você não sabe cantar, mas sua aparência é impecável! É mais difícil parecer natural do que louco. Ícone mesmo, pra mim, é [a cantora] Patti Smith, que era punk quando o punk não significava horas no espelho cuidando do visual", reflete. Mas admite: "Na moda, me sinto em casa. Há muita gente excêntrica como eu. Olha só o Jean [Paul Gaultier], ele é assim".

COSMÉTICOS

Se sente em casa e, de quebra, ganha uns bons trocados a mais. Além de planejar o lançamento de uma grife própria de roupas "plus size" --"que já está em fase de planejamento, mas irá começar pequena"--, a cantora acaba de assinar uma linha de maquiagem para a marca de cosméticos M.A.C.

Os anos 1980, referência no visual da artista, inspiram a linha, "um sonho antigo" de Beth. "Se não cantasse, queria ser cabeleireira ou maquiadora. Quando me chamaram, aceitei na hora e pensei na [cantora e ídolo] Grace Jones, no que ela usaria no rosto."

Questionada sobre o motivo de ter sido convidada pela marca, ela solta: "Acho que se lembraram de mim e de como poderiam passar duas horas pintando o meu rosto grande".

De fato, a voz potente e rasgada talvez não produzisse o mesmo impacto se não fosse acompanhada pela imagem marcante da cantora, que diz ter "110% de controle" sobre o que veste.

"Experimento tudo. E aprecio muitos dos meus ídolos mais pelo aspecto visual e imagético do que pela música. Cyndi Lauper, Madonna, Michael Jackson: amo o pacote completo que eles trouxeram, conectando imagem e som."

Um pacote que a difere da certinha Adele --assunto proibido pela assessoria de imprensa da cantora antes da entrevista--, que, especula-se, é desafeto de Beth.

"Somos diferentes", hesita. "Ela é uma musicista, e eu, alguém que gosta de parecer um palhaço, uma 'drag queen'. Eu a admiro, o foco dela é estar na capa da 'Rolling Stone', e acho isso 'cool'. Mas eu tenho várias outras paixões além da música." Parou aí.

Polêmicas à parte, Beth Ditto agora está mais preocupada com a agenda de shows da atual turnê, que divulga o novo disco do Gossip, e que, segundo ela, "finalmente irá passar pelo Brasil".

Em 2008 e em 2010, a banda desmarcou apresentações que faria no país.

"Agora é pra valer." Ainda não há data confirmada, mas ela garante já estar procurando um sofá para dormir em São Paulo. "Pode ser o seu?"

Trilha Especial: Bright Light Bright Light - "A New Word To Say"

30/05/12

Léo Áquilla causa polêmica ao entrar em time masculino de "A Fazenda 5"


Visto no Vírgula

A estreia do reality show A Fazenda 5, na noite dessa terça-feira (29), causou polêmica nas redes sociais e entre os militantes dos direitos dos transgêneros com a presença da atriz Léo Áquilla. Tudo porque a participante transexual – a segunda a ser confinada pelo programa - foi considerada integrante do time masculino e não teve a identidade de gênero respeitada. Essa é uma das maiores lutas do movimento pelo reconhecimento dos direitos das transexuais.

Com 16 peões – que geralmente são divididos igualmente entre sexos - Léo foi inclusa na divisão do grupo de oito homens. Além disso, o site da Rede Record fez uma votação para escolher o participante mais bonito e colocou Léo – que ostenta próteses de silicone - entre os bonitões e candidatos a galã.

As redes sociais foram as primeiras a criticar a Rede Record por uma possível postura transfóbica. O diretor de A Fazenda 5, Rodrigo Carelli, foi procurado pelo Virgula Famosos e informou, por meio da assessoria de imprensa da emissora, que a decisão de pertencer ao time masculino foi do próprio participante e que não houve desrespeito pela produção. Ele ainda informou que, apesar de Léo ter entrado na contagem dos homens, não existirá divisão das tarefas pelo sexo.

Na estreia do reality show, a artista afirmou que não se incomoda de ser chamada no artigo masculino. “Eu sou um menino que adora parecer uma menina”, disse, provocando a surpresa dos peões. “Sou menina e também sou menino”, completou.

Porém, embora a/o participante não se incomode com a escolha do gênero, a maioria das travestis, transexuais e transgêneros lutam para que seu nome corresponda à sua imagem, isto é, imagem feminina com nome feminino.


MILITANTES DISCUTEM POSTURA DE LÉO AQUILLA

Na terceira edição, a atriz transexual Nany People entrou no elenco do programa e, pelo fato de o grupo ser formado por 15 integrantes (número ímpar) não ficou claro para o telespectador a qual grupo Nany pertenceu. Durante as provas e no tratamento pelos famosos, sua identidade de gênero foi respeitada (ela era tratada como mulher pelo grupo).

Em conversa com o Virgula Famosos, Nany declarou que sempre foi respeitada pela emissora e que chegou a responder a uma pergunta decisiva antes de ser confinada: "Você se vê como homem ou mulher?". "Respondi que me vejo como mulher, claro. E eles sempre me trataram assim no programa. Quando chamavam as mulheres para a dispensa, eu ia junto".

Sobre o posicionamento de Léo, ela afirma que foi "infeliz" e que abre um precendente perigoso no tratamento de transexuais. "Ele está mantendo o personagem e esqueceu da pessoa. Esqueceu também que não está sozinho neste grupo, na luta e que pode prejudicar a maioria das transexuais por essa exposição equivocada".

Especialista em comunidade travesti e transexual, a militante Majorie Marchi declarou que não é possível cobrar uma posição politicamente correta do programa, uma vez que Léo se permite se chamar no masculino ou feminino. Ela, todavia, diz que o argumento prejudica a luta da comunidade.

“O visual dele está reforçando um perigoso estereótipo negativo para as travestis e transexuais. Podem confundir transexual e travesti com o universo drag”, defendeu. “Nas lutas, falamos de trans na escola, banheiro feminino, emprego, e a imagem de vestuário e comportamento excessivo do universo drag que ele passa não condiz com a realidade”.

Ao responder se Leo representa a comunidade trans, a especialista é enfática: “De jeito nenhum. Ele representa a classe artística LGBT. Mas ainda transita nos dois mundos, ser trans para ele está ligado à beleza, e só. Qualquer pessoa que nos representa neste momento tem que assumir seu papel na luta pelo reconhecimento da identidade feminina”.

Já Vitor Angelo, do Blogay da Folha Online, apesar de concordar que o posicionamento que diz que Léo não ajuda em nada a esclarecer para o grande público as sutis diferenças entre gays, travestis, transexuais e transgêneros, ela levanta outra questão: "Claro que a massa que já é confusa, vai entrar em parafuso sem saber que artigo - masculino ou feminino - deve-se referir a pessoas como Léo Aquilla, mas também está aí um manifesto sobre a liberdade de individual, de cada um poder ser chamado de como quiser, com qual artigo preferir".

"Museu gay é uma boa ideia?" Por Gilberto Dimenstein



Por Gilberto Dimenstein para a Folha 
Dica de William De Lucca Martinez (via Facebook)

A ideia de lançar o Museu Gay numa estação de metrô, previsto para 2013 (veja mais detalhes aqui), não é uma boa ideia. É uma ótima ideia --ótima e ousada porque uma iniciativa pública, especialmente vinda de um governo comandado por um fervoroso católico.

Por ser a maior do mundo, a Parada Gay projetou internacionalmente São Paulo como uma cidade cosmopolita e aberta à diversidade. A diversidade é o melhor da cidade e uma das razões que nos faz atrair o capital humano mais sofisticado do Brasil. Um museu serve como símbolo dessa essência paulistana, onde, na mesma época, desfilam pelas ruas gays e evangélicos.

Somos uma cidade em que um jovem (Lourenço Bustani) é escolhido como dos empreendedores mais criativos do mundo por ensinar como empresas podem ser associar a causas sociais. Ou que jovens do ITA, num cubículo, tentam revolucionar a educação usando novas tecnologias.

Vemos uma romaria de fundos de investimento pousarem na cidade para financiar essas inovações, gerando toda uma comunidade de startups. É aqui o quartel-general da América Latina do Google e do Facebook. Ou de gente que reinventa a moda, a arquitetura e o design no Brasil, espalhando-se pelo mundo.

Não tem um único dia (um único) que eu não conheça pelo menos um jovem com um projeto inovador.

A verdade é que estamos em uma das centralidades do mundo. Basta ver o número de personalidades que pousam aqui diariamente.

O Museu Gay é um tributo à diversidade que é a base da criatividade. 

Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Em colaboração com o Media Lab, do MIT, desenvolve em São Paulo um laboratório de comunicação comunitária. É morador da Vila Madalena.

"Os gays também são vadias" Por Vitor Angelo


Por Vitor Angelo para o BLOGAY (FOLHA)
Dica de Augusto Martins 


Vadias de todo mundo, ou pelo menos do Brasil, uni-vos!

Neste sábado, 26/05, a Marcha das Vadias ganhou as ruas de 14 cidades brasileiras.  Manifestação importada do Canadá como forma de protesto a um policial que mandou umas jovens se vestirem com mais pudor, ganhou colorido nacional e carnavalizou-se perante o machismo latino-americano, onde o brasileiro aparece com orgulho (só que ao contrário) nas primeiras colocações.

Lindas, pintadas, livres, o sexo feminino “foi vadiar”, como bem cantava e fazia Clementina de Jesus, quem sabe a vanguarda do movimento feito pra vadiar.

Olhando as belas de todas as idades se colocando contra o pior do sexismo, aquele que quer colocar limites e um lugar para mulher,  é impossível não pensar que se tem uma luta que se assemelha ao dos homossexuais e transgêneros é a da mulher.

A condenação da promiscuidade dos gays se assemelha ao das mulheres e não ao dos homens héteros que “quanto mais rodados melhor”. A questão moral e asséptica em relação ao sexo é um fardo para a vida tanto das mulheres quanto dos gays que desejam ter liberdade, sexual inclusive.

Exatamente por isto é muito triste ver gays tentando defender a tal mentalidade que nos coloca como promíscuo – como se isto fosse algo errado, ruim, oras é apenas algo pessoal e independe de orientação sexual, isto é, se você é gay, hétero ou bi.

O escritor Ricardo Rocha Aguieiras escreveu um texto sobre um debate que aconteceu recentemente nas redes sociais sobre um remédio que pode evitar a Aids e que muitos militantes gays criticaram a sua divulgação pois poderia voltar com a promiscuidade.

“Muitos LGBT’s, militantes inclusive, defendem um comportamento ‘certinho’; ‘impecável’; ‘exemplar’ – teve até uma transexual defendendo a monogamia -, ‘bons costumes’, ‘fidelidade’; tudo muito lindo e limpinho, cartesiano, defendem o ‘correto’. Ok, nossa sociedade atual tornou-se extremamente conservadora e acabou repudiando importantes conquistas de liberdade, liberdade essa que tantos e tantas lutaram para conquistar no passado. Mas penso que LGBT’s não precisavam comprar esse conservadorismo de forma tão radical. E pergunto: Esse não é o mesmo discurso de todos os nossos opressores? A palavra ‘promiscuidade’ foi usada, desde sempre, para cercear a liberdade sexual. Sua, inclusive, não apenas a do próximo”, escreveu Aguieiras.

Este fato de internalizar o discurso do oponente ocorre com muita frequência com os gays como também entre as mulheres, principalmente com aquelas tristes mulheres que odeiam, não tem amizade e criticam as outras mulheres. As que não vadeiam.
Vendo as faixas da manifestação em São Paulo foi que vi como  as mulheres e gays estavam na mesma esfera de opressão. Basta trocarem algumas palavras que o sentido é o mesmo. A única que não podemos trocar é que somos todas vadias, com muito orgulho.



PS1: Assim como as mulheres ainda passam apuros com certos tipos de roupa, os gays, principalmente os que se montam, sofrem também desta violência quando os senhores julgam que algo não está adequado seja na mulher, seja na bicha.

PS2: Ano que vem convido mais gays a entrarem na marcha. São nossas irmãs!

PS3: Não tem como não dar link para este texto de Xico Sá e as 10 vadias históricas do Brasil





Um ano após veto, MEC diz que não desistiu de kit anti-homofobia


Por Angela Chagas para o JB 
Dica de Augusto Martins 

Passado um ano da suspensão do kit de combate à homofobia nas escolas, vetado pela presidente Dilma Rousseff no dia 25 de maio de 2011, o Ministério da Educação (MEC) confirmou que a proposta não foi abandonada e que o material didático será distribuído nas instituições públicas de ensino. No entanto, segundo a assessoria do órgão, ainda não há um prazo para que isso ocorra, já que depende de uma avaliação do Comitê de Publicações da pasta.

A distribuição do kit, que estava prevista para ocorrer no segundo semestre de 2011 em 6 mil escolas de ensino médio, foi cancelada após pressão da bancada evangélica, que convenceu a presidente de que o material fazia propaganda de orientação sexual. De acordo com o MEC, o veto da presidente refere-se a três vídeos: Torpedo, Encontrando Bianca, Probabilidade. O restante do conteúdo, que inclui um caderno com orientações aos professores e boletins destinados aos estudantes, não foi engavetado.

A assessoria do MEC não quis disponibilizar o conteúdo dos materiais que ainda pretende distribuir, mas afirmou que compreendem "uma importante ferramenta para enfrentar a homofobia na escola". Sobre os três vídeos, o ministério disse que já foi descartada a utilização deles e que não está nos planos a elaboração de novos audiovisuais.

Para Carlos Laudari, diretor da ONG Pathfinder, responsável pelo convênio com o MEC do programa Escola sem Homofobia, o veto ao kit foi uma "surpresa e decepção", já que, segundo ele, as entidades envolvidas na produção do material sempre encontraram apoio governo federal. "Passado esse um ano, eu compreendo que o veto envolveu uma questão política, de governabilidade. Mas nós ainda esperamos uma resposta do governo", afirma ao ressaltar que espera que o conteúdo seja utilizado nas escolas.

"Nós não recebemos uma posição do MEC de quando isso possa ser feito, mas espero que seja logo porque o problema está cada vez mais presente", diz o médico especialista em saúde pública, que trabalhou durante 17 anos como consultor das Organização das Nações Unidas (ONU) na África. Segundo Laudari, após o veto todo o material foi revisto. "Os textos do caderno do professor e dos boletins para os alunos foram revisados. Algumas frases que poderiam gerar polêmica foram tiradas. Está tudo perfeito, somente aguardando uma posição oficial", afirma.

Laudari ainda demonstra indignação com deputados religiosos que classificaram o kit como uma apologia ao homossexualismo. "Eles nunca procuraram saber como foi feito esse trabalho, o número de profissionais envolvidos. Eles levam em conta que esses materiais são fruto de uma pesquisa qualitativa feita em 11 capitais que apontou os trágicos efeitos do bullying homofóbico na vida de crianças e adolescentes. Não ouviram relatos de meninos de apenas 6 anos que são chamados de 'veadinhos¿ pelos professores. De crianças que nunca mentiram, nunca roubaram, e que só pelo fato de não se adaptarem ao padrão de gênero que a escola tenta perpetuar sofrem cotidianamente com o preconceito", desabafa.

Entenda a polêmica sobre o kit anti-homofobia 

O kit de combate à homofobia foi desenvolvido por diversas entidades não governamentais, com a supervisão do Ministério da Educação, para ser distribuído a alunos do ensino médio de 6 mil escolas públicas previamente selecionadas. No entanto, após pressão das bancadas religiosas no Congresso Nacional, a presidente vetou o material em maio do ano passado. Segundo Dilma, o kit era inadequado e fazia propaganda de orientações sexuais.

O kit é composto de um caderno com orientações sobre atividades que podem ser desenvolvidas pelos professores em sala de aula; de seis boletins destinados aos estudantes; de cartazes para divulgar o programa na comunidade escolar, de cartas endereçadas a professores, além de três vídeos para serem trabalhados em sala de aula. O convênio para a preparação do material teve um custo total estimado de R$ 1,8 milhão e incluía também pesquisas, seminários e atividades de capacitação para os educadores que fossem utilizá-los nas escolas.

Integram a equipe responsável pelo kit a ONG Pathfinder do Brasil, a Global Alliance for LGBT Education (Gale), a Comunicação em Sexualidade (Ecos), a Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva (Reprolatina) e a ABGLT. Entidades como a Unesco e o Conselho Federal de Psicologia defenderam o conteúdo do material.

"Já que é pra falar a verdade. Eu não quero ter um filho gay!" Por Rozana Anja Arcanja



Dica de Augusto Martins 

Sou mulher, humana! Ser humano e tenho dois filhos (meninos), mas. Eu, dentro em mim, jamais queria que fossem homossexuais! NÃO, eu não quero! Tenho que dizer a verdade! Ah! Mas, não tenho como escolher, como optar e nem orientar, isto está além de meu alcance de mãe, e muito além do direito de escolha deles! Porque não se escolhe ser, apenas se é! Somente isso. Nascem assim, são assim. A mim, resta apenas o amor de mãe; um amor inesgotável o amor feminino de Deus.

Se um de meus filhos fosse (ou for) gay, será que eu amaria mais a um que outro? Não! Mas, ao mesmo tempo, contradigo-me, e penso que talvez sim! Talvez dispensasse maior amor ao filho gay, por sua fragilidade, sensibilidade e pior, pelo preconceito sofrido por ter nascido gay, em um país onde a homofobia impera, onde pastores vão a todas as mídias condena-los (aos gays), onde cinco truculentos mastodontes se sentem no direito de espanca-los  apenas por ele ser gays, por ser diferentes deles, por conta da orientação sexual  e, assim, representarem uma ameaça a espécie humana[sic]. Onde pastores entram em blogs LGBT e ofendem, agridem em "nome de deus". Um Deus que é só amor!

Não! Eu não quero. Quero um filho que seja humano. Que respeite seu próximo e não o julgue pela cor da pele, religião, classe social e principalmente pela sua orientação sexual. Quero que meu filho seja o presente de Deus para minha vida! Seja ele homo ou hétero. Apenas irei ama-lo, ama-lo e ama-lo!

Não nos cabe escolher sobre a sexualidade de nossos filhos, só nos cabe aceitar. Mas eu não queria um filho gay, porque sei que ele sofreria demais nas mãos de pastores, padres, e da maioria da sociedade, que por sua vez, não aceita a homossexualidade como natural. E de fato não é! A homossexualidade é "SUPERNATURAL".

E é só este o motivo de não querer um filho gay, pois, qual a mãe que amando seu filho iria querer vê-lo sendo agredido, ofendido e, quem sabe, até morto pelo simples fato de ser gay? Basta-nos lembrar a recente e trágica história de Alexandre Ivo (sei que muitos nem se lembrarão, mas a mãe dele com certeza ainda chora a morte de seu filho, que aos 14 anos foi espancado até a morte por ser gay!). Ponho-me a imaginar a dor desta mãe que não teve como proteger seu filho, não teve e nem pode! Mas se pudesse ela estaria lá e morreria tentando defende-lo! NÃO! EU NÃO QUERO TER UM FILHO GAY! Por medo de, tão precocemente ter que enterra-lo, morto por homofóbicos ou ainda pior, que ele mesmo tire sua própria vida por não suportar a dor do preconceito sofrido! Mas eu quero um filho, aliás, já tenho e, como já disse dois. E a mim não importa que sejam ou não gays. Apenas vou ama-los com todo meu coração de mãe. Vou ama-los. Eu os amo!

Polêmica: atores gays podem interpretar personagens heterossexuais?

Visto no Minha Série
Dica de Ítalo Damasceno


O mundo do entretenimento norte-americano está pegando fogo! Tudo porque o articulista Ramin Setoodeh, da Newsweek, publicou no fim de abril uma matéria polêmica, que sugere que atores homossexuais não convencem como personagens heterossexuais.

A polêmica tomou proporções tão grandes que Kristin Chenoweth, que já participou de Pushing Daisies, Glee e atualmente está em cartaz na Broadway com o musical Promises, Promises – foi a primeira a criticar publicamente o artigo. 

Depois foi a vez de Ryan Murphy, o criador de Glee, que inclusive incitou os fãs da série musical a boicotar a revista eletrônica Newsweek. E a polêmica está longe de acabar, pois hoje mesmo Setoodeh postou um novo artigo, em que diz que suas palavras foram mal interpretadas. Será?

O subtítulo do artigo lança a pergunta polêmica: “atores heterossexuais interpretam personagens gays o tempo todo. Por que isso nunca funciona no sentido contrário?” - ou seja, por que os atores gays são incapazes de interpretar personagens heteros? 

O articulista começa criticando a performance de Sean Hayes, o eterno Jack de Will & Grace e homossexual assumido, no musical Promises, promises. Segundo Setoodeh, “francamente, é estranho ver Hayes interpretando um hétero. Ele parece duro e insincero, como se estivesse tentando esconder alguma coisa, o que ele sem dúvida está fazendo.”



Poderíamos argumentar que talvez essa impressão do articulista tenha sido motivada pelo personagem mais popular da carreira de Hayes: todos se lembram do jeito expansivo e estereotipado de Jack em Will & Grace. Mas não é bem isso!

Mais adiante no artigo, Setoodeh critica também a atuação de Jonathan Groff, o Jesse de Glee. Para ele, “alguma coisa em sua performance parece estar errada. Em metade de suas cenas, ele está franzindo as sobrancelhas – seria isso um substituto para a heterossexualidade do personagem? Quando ele sorri ou ri, ele parece uma prima donna, um par romântico mais adequado para Kurt do que para Rachel.”

Calma, fica ainda pior: “não ajuda muito o fato de Jesse ter tentado levar sua namorada para a cama cantando e dançando ao som de Like a Virgin [no episódio "The Power of Madonna", ainda inédito no Brasil]. Ele é tão distrativo, que começo a me perguntar se o personagem de Groff na série deve ser secretamente gay.” 

Cá para nós, esse argumento não tem força nenhuma! Afinal, Will e Finn também participaram dessa sequência musical. Seriam eles também secretamente gays? Ou só Jesse, personagem interpretado por um ator declaradamente homossexual?

O articulista continua: “o fato é que atores abertamente gays ainda têm razões para temerem. Enquanto é OK para um ator heterossexual interpretar um personagem homossexual (como Jake Gyllenhaal e Heath Ledger em O Segredo de Brokeback Mountain), é raro que alguém consiga realizar a mesma coisa ao contrário.” E ele não é o único a pensar assim. 

No ano passado, o ator Rupert Everett sugeriu aos atores gays que não saiam do armário. “A verdade”, disse, “é que você não podia ser, e ainda não pode ser, um homossexual com cerca de 25 anos tentando se dar bem no cinema.” 



Setoodeh encerra seu artigo com mais uma pergunta: “se um ator do porte de George Clooney saísse do armário amanhã, você ainda o aceitaria interpretando personagens heterossexuais?” 

Kristin Chenoweth julgou o artigo “terrivelmente homofóbico”, mesmo sabendo que seu autor é gay: “De forma geral, eu guardaria silêncio sobre um assunto como esse. Mas me sinto ofendida com esse artigo, não por causa da minha profissão ou do meu trabalho com Hayes ou Jonathan (considerados “afetados” demais para interpretar héteros)." 

"Esse artigo me ofende", prossegue a atriz, "porque sou um ser humano, uma mulher e uma cristã. Por exemplo, houve um tempo em que atores judeus eram obrigados a mudar seus sobrenomes porque os anti-semitas pensavam que nenhum judeu poderia ser convincente no papel de um cristão.” 

E, para fechar com chave de ouro, ela completa: “o público não está dando a mínima sobre quem está dormindo com quem ou sobre a vida pessoal dos atores. Dá um tempo! Somos atores em primeiro lugar, não importa se estamos interpretando prostitutas, jogadores de baseball ou o Rei Leão!”

Ryan Murphy, criador de Glee, se juntou a Kristin na crítica, e foi além: exigiu um pedido de desculpas de Setoodeh. “Hoje, pedi ao presidente da GLAAD (Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação) Jarrett Bairros para se juntar a mim e promover um boicote imediato à revista Newsweek até que um pedido de desculpas seja feito a Sean Hayes e todos os corajosos atores homossexuais assumidos que foram cruelmente citados nesse texto desnecessariamente cruel."

E o criador da série continua: "um pedido de desculpas deve ser redigido também a todos os leitores gays da revista... operários, pais, contadores, médicos, etc. Americanos trabalhadores e orgulhosos que, se esse artigo foi levado a sério, devem identificar-se apenas com a imagem de 'frutinhas' (a palavra é usada por Setoodeh no artigo) que ficam no fundo do ônibus e aceitam um esteriótipo ultrapassado há décadas.”



Setoodeh respondeu às críticas nesta semana, dizendo que ele acredita que o verdadeiro objeto de seu texto – questionando se o gays realmente tiveram algum progresso em Hollywood – foi mal-interpretado.

“Meu artigo se transformou numa bandeira de homofobia e dor em todo o mundo. Se você é pro-gay, você é anti-Newsweek. O argumento de Kristin Chenoweth é válido, mas não era disso que eu estava falando”, ele escreveu.

"Eu estava dividindo minha sincera impressão sobre uma peça a que assisti. Se você não concorda comigo, ficarei feliz em ouvir um ponto de vista oposto. Mas eu tinha esperança de iniciar um diálogo que fizesse as pessoas pensarem, não tornar o texto um alvo para aqueles que distorceram minhas palavras. Não sou um escritor conservador com uma agenda anti-gay. Não odeio os homossexuais nem a mim mesmo”, revelou o autor do texto polêmico, que é assumidamente homossexual.

A Newsweek, por sua vez, também tentou remendar a situação: “Ramin Setoodeh escreveu um ensaio honesto sobre um tópico controverso. É uma pena que seu argumento tenha sido mal compreendido e que ele tenha sido acusado de preconceituoso.” E, numa tentativa de selar a paz com Ryan Murphy, “nós esperamos que nossas cópias antecipadas dos episódios de Glee continuem chegando à redação, pois aqui na Newsweek somos grandes fãs da série (até mesmo os heterossexuais).”



O Minha Série ainda está de queixo caído com a discussão. Somos fãs de grande parte dos atores e atrizes citados no artigo, e jamais identificamos qualquer “rastro” de homossexualidade em seus personagens, mesmo naqueles que já haviam assumido sua orientação sexual antes de ganhar papeis de destaque na TV e no cinema.

Se a lógica de Setoodeh fosse verdadeira, os atores e atrizes homossexuais estariam eternamente destinados a interpretar personagens gays. Mas você consegue imaginar outra pessoa que não Neil Patrick Harris interpretando o mulherengo Barney em How I Met Your Mother? Ou alguém no lugar do divertido T. R. Knight interpretando o Dr. George O'Mailley em Grey's Anatomy

E no lugar de Cynthia Nixon, a Miranda de Sex and the City, quem entraria? Anna Paquin, a Sookie de True Blood, é bissexual. Não seria melhor substituí-la por uma atriz heterossexual? E mais: se os atores e atrizes fossem limitados a interpretar personagens que têm a mesma orientação sexual que a sua, esse especial preparado pelo Minha Série jamais existiria.

Por isso, vamos fazer coro a Kristin Chenoweth: tanto faz se nossos astros e estrelas favoritos são gays, héteros, bi, ou assexuados (não podemos nos esquecer do esquisitão Sheldon Cooper de The Big Bang Theory, concordam?). O que nos interessa é o desempenho na telinha, interpretando o personagem que for!

Trilha Especial: Keane - "Silenced By The Night"

29/05/12

Palestino gay pede asilo a Israel por medo de ser morto



Visto no R7
Com informações da EFE

Um homossexual palestino, que há uma década reside ilegalmente em Israel e corre o risco de ser expulso do país, pediu ao Supremo Tribunal que lhe conceda asilo por temer ser assassinado devido a sua orientação sexual se retornar à Cisjordânia.

O palestino, um muçulmano original de Nablus, no norte da Cisjordânia, recorreu à corte suprema depois de o Ministério do Interior israelense ter rejeitado sua solicitação para obter residência legal, informou na sexta-feira (25) a versão digital do diário Yedioth Ahronoth.

A rejeição de seu pedido o deixou em uma situação de irregularidade e sob o risco de ser deportado a qualquer momento ao território palestino ocupado.

O solicitante assegura que, se for deportado, sua vida correrá risco, e afirma já ter sido detido e agredido pela Polícia palestina por ser gay.

O palestino também relata a ruptura de seus laços familiares, após ser deserdado e expulso de Nablus por seus pais, que consideram seu homossexualismo uma mancha à honra da família.

O homem alega ainda que tem uma relação formal de dez anos com um israelense, com o qual convive e tem assinado um acordo de convivência (duas pessoas de diferentes religiões não podem se casar legalmente em Israel, sejam ou não do mesmo sexo).

Praça da República vai ganhar 1° museu gay da América Latina


Visto na Folha
Por Amanda Kamanchek

Na praça da República, coração do centro paulistano e um dos cartões-postais gays de São Paulo, será erguido o primeiro museu gay da América Latina.

Se ficar pronto em 2013, como está previsto, a capital paulista irá se juntar a duas outras grandes metrópoles do mundo.

Hoje, somente San Francisco, nos Estados Unidos (foto acima), e Berlim, na Alemanha, têm projetos parecidos.

A Secretaria Estadual da Cultura já firmou parceria com o Metrô para construí-lo na estação República em duas áreas com total de 150 m².

O local, além de ter sido palco de acontecimentos históricos como a morte do homossexual Edson Neris em 2000 e de eventos de celebração da população gay, é passagem para 4,6 milhões de pessoas por dia, o que deve ampliar a visibilidade do museu.

"Ele pode ter o vestuário dos artistas do mundo LGBT da noite paulistana", sugere a drag queen Greta Star, 36.

O espaço deve ser batizado como Centro Cultural, Memória e Estudos da Diversidade Sexual do Estado de São Paulo.

Tem o objetivo de resgatar memórias, ser referência para quem busca auxílio cidadão e expor peças que remontem a história do movimento por um viés cultural.

Um dos fundadores do jornal "Lampião da Esquina", João Silvério Trevisan, 68, avisa: "Eu não gostaria de virar uma estátua de museu".

A primeira ação dos organizadores de todo o acervo deve acontecer no mês que vem, próximo à 16ª edição da Parada Gay.

"Será uma exposição de estampas e camisetas", antecipa Franco Reinaudo, coordenador geral da Cads (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual).

No momento, a Secretaria da Cultura está fazendo um mapeamento de tudo que existe para compor o acervo.

Serão gravados depoimentos de homossexuais que se assumiram há décadas, tais como a drag queen Kaka Dipoli, que se jogou no chão da avenida Paulista durante a primeira Parada Gay de São Paulo, em 1997, e Celso Curi, uma das primeiras personalidades a se assumirem gay em plena ditadura militar.

"Há 20 anos se assumir gay ou lésbica era praticamente impossível, quanto mais lutar pelos nossos direitos", conta Heloísa Gama Alves, da Secretaria da Justiça. "O centro cultural fará a população refletir e conhecer as dificuldades do movimento."

Os organizadores avisam: não faltarão irreverência e homenagens aos ícones gays.

Tentativa de parada gay na Rússia acaba em prisões


Visto no Sul21
Com informações da OperaMundi

A tentativa de organizar uma parada gay em Moscou no domingo (27/05) foi mais uma vez frustrada pela forte ação policial. Religiosos também se concentraram no centro da capital russa para impedir que os ativistas LGBT protestassem contra o projeto de lei anti-propaganda gay que está sendo discutido em Moscou. A medida já entrou em vigor em cinco regiões da Rússia.

Ao todo, dez pessoas foram detidas – três membros da Igreja Ortodoxa Russa e sete ativistas gays -, incluindo o principal líder do movimento LGBT da Rússia e organizador do evento, Nikolai Alekseyev. Todos foram liberadas em seguida. Alguns membros da Igreja Ortodoxa chegaram a exibir cartazes provocativos com frases como “Moscou não é Sodoma”.

As autoridades de Moscou negam desde 2006 a autorização para a realização da parada gay, mas alguns poucos ativistas, geralmente não mais do que 20, se reúnem na praça Manej, ao lado do Kremlin, e caminham até a Duma, a câmara baixa da Assembleia Federal da Rússia. A cena se repete todos os anos e o desfecho é sempre o mesmo. 

Uma pesquisa realizada em julho de 2010 pelo Centro para Pesquisa de Opinião Pública da Rússia revelou que 74% dos russos acreditam que gays e lésbicas têm um desvio moral ou um problema mental. Dos entrevistados, 39% acreditam que os homossexuais devem ser tratados à força para que mudem a sua orientação sexual e 24% acreditam que devem ser enviados a psicólogos.

Lanterna Verde pode ser o super-herói gay da DC Comics


Visto no Terra

Há cerca de uma semana, a DC Comics anunciou que em junho vai revelar que um de seus super-heróis é homossexual. Desde então, os aficcionados por quadrinhos começaram a dar seus palpites e Lanterna Verde aparece no topo da lista de apostas na imprensa internacional. As informações são do site Bleeding Cool.

Em meio ao suspense, a editora disse apenas que o personagem em questão não aparece desde setembro do ano passado e uma nova história do Lanterna Verde está prevista para ser lançada em junho.

O site francês Brain Damaged informou que o escritor Johnston Rico disse neste final de semana que a primeira pessoa a ter usado um anel verde será aquela a experimentar uma mudança significativa.

Enquanto a informação não é confirmada oficialmente, os fãs de super-heróis continuam suas apostas. Entre os possíveis nomes estão Aquaman, Arqueiro Verde, Asa Noturna, Batgirl, Batman, Besouro Azul, Canário Negro, Shazam, Flahs, Gavião Negro, Gladiador Dourado, Lanterna Verde, Lex Luthor, Mulher Maravilha, Mulher-Gato, Robin, Super-Choque e Super-Man.

Comercial com travesti da Nova Schin provoca reação da ABGLT. Você concorda?


Visto no O Povo OnLine

A cervejaria Nova Schin provocou polêmica ao veicular na TV um comercial que traz uma travesti. A peça publicitária provocou a mobilização da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) que em ofício enviado ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), solicitou a retirada da propaganda alusiva ao São João. A associação alega que a peça publicitária seria descriminatória; veja o comercial e o conteúdo do ofício:


 
“A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) – é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que atualmente congrega 257 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas. A missão da ABGLT é Promover ações que garantam a cidadania e os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma sociedade democrática, na qual nenhuma pessoa seja submetida a quaisquer formas de discriminação, coerção e violência, em razão de suas orientações sexuais e identidades de gênero.

Tendo isto em vista, a ABGLT gostaria de expressar sua indignação com o comercial “Festa de São João”, da empresa Nova Schin,  em que um homem travestido de mulher é objeto de escárnio, piada e deboche, “de noite era Maria e de dia era João”.

Nossa consternação se dá pelo fato de que a população de travestis é entre as mais discriminadas no Brasil e que o comercial contribui para referendar e banalizar essa discriminação, ridicularizando a personagem travestida. Para ilustrar, em pesquisa feita na Parada LGBT de São Paulo em 2005, 77,% das pessoas travestis e transexuais afirmaram já ter sofrido agressão verbal/ameaça de agressão em virtude de sua sexualidade (www.clam.org.br).

Para entender nosso posicionamento, bastaria ridicularizar a personagem do comercial por causa da cor de sua pele ou por causa de sua raça, para perceber que o conteúdo é discriminatório.

Ao mesmo tempo em que entendemos que é preciso ter bom humor, não se deve utilizar-se da fragilidade de uma população para vender um produto. Isto não é condizente com o preceito constitucional da dignidade humana.

Tem havido muito debate no Congresso Nacional e na sociedade brasileira sobre a discriminação por homofobia. Neste sentido, a fim de elucidar porque o comercial nos ofende, oferecemos uma definição bastante abrangente do conceito de homofobia que também demonstra a forma como o comercial está contribuindo para reforçar preconceitos baseados em estereótipos negativos:

[A homofobia é] um conjunto de emoções negativas (tais como aversão, desprezo, ódio, desconfiança, desconforto ou medo), que costumam produzir ou vincular-se a preconceitos e mecanismos de discriminação e violência contra pessoas homossexuais, bissexuais e transgêneros (em especial, travestis e transexuais) e, mais genericamente, contra pessoas cuja expressão de gênero não se enquadra nos modelos hegemônicos de masculinidade e feminilidade. A homofobia, portanto, transcende a hostilidade e a violência contra LGBT e associa-se a pensamentos e estruturas hierarquizantes relativas a padrões relacionais e identitários de gênero, a um só tempo sexistas e heteronormativos (JUNQUEIRA, 2007).

Assim sendo, vimos por meio deste solicitar a imediata retirada do ar do comercial “Festa de São João”, da empresa Nova Schin.

Na expectativa de sermos atendidos, estamos à disposição.”

Trilha Especial: Will.i.am - "This Is Love" ft. Eva Simons

28/05/12

Para juristas discriminação contra LGBT e nordestinos deve ser crime


Por Welton Trindade para o Parou Tudo 


Um grande passo a favor da igualdade de direitos! Comissão de juristas que trabalha para o Senado Federal aprovou, na sexta-feira 25, proposta que criminaliza quem discrimina por gênero, por procedência (protegendo nordestinos, por exemplo) e por orientação sexual e identidade de gênero.

A idéia, feita para a reforça do Código Penal, é igualar todas essas discriminações ao crime de racismo, que é inafiançável e imprescritível, ou seja, mesmo depois de décadas, um autor de ato discriminatório poderá ser preso.

A situação atual é que os crimes motivados por racismo provocam penas maiores do que os que acometem outros segmentos, o que é tratar de forma desigual os cidadãos.

Dentre os atos inclusos na proposta de lei estão impedir o acesso de alguém a transporte público, estabelecimento comercial ou instituição de ensino, recusar o atendimento em restaurante, hotel ou clube, e demitir funcionário.

Bom, é uma proposta! Agora o Senado Federal e depois a Câmara dos Deputados deverão votá-la. Com que cara parlamentares evangélicos deixarão todos os segmentos na lei e tirarão LGBT? Deverão assumir que sim, são homofóbicos e não sabem respeitar a diversidade! Sem essa de que a lei afeta a liberdade religiosa!

Mas a sociedade, nós, vamos nos levantar e fazer a proposta passar, certo?

Rio de Janeiro: Casais homossexuais aguardam férias de juiz


Por André Miranda para O Globo

Na última ausência do magistrado na 1ª Vara de Registro Público, substituta autorizou casamento entre dois homens.

Hoje, a informação mais valiosa na comunidade LGBT carioca é saber quando serão as próximas férias do juiz Luiz Henrique Oliveira Marques, da 1ª Vara de Registro Público do Rio. Ele é o único responsável por julgar os processos de casamentos na cidade e vem constantemente negando os pedidos feitos por homossexuais, por entender que esse tipo de matrimônio é inconstitucional. Porém, em suas últimas férias, entre 9 e 28 de janeiro, ao menos um casal oficializou a união: o funcionário público Cláudio Coutinho da Silva e o estudante Rafael Barbi Leite, numa ação julgada pela juíza Lindalva Soares Silva, que substituía o titular da vara.

O despacho de Lindalva Soares Silva, autorizando a conversão da união estável dos dois em casamento, data de 16 de janeiro. O texto cita o julgamento do Supremo Tribunal Federal que, em maio de 2011, decidiu a favor da união estável entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. Porém, para Oliveira Marques, essa decisão não se estende a casamento civil, que dá muito mais direitos que a união estável. Por isso, ele considera o casamento gay inconstitucional.

— O problema brasileiro é que há um atraso, principalmente por causa das bancadas evangélicas e por alguns políticos que têm a mentalidade retrógrada — afirma Rafael. — Mas isso está mudando. Já temos juízes, advogados e promotores que são a favor. No Brasil, estão acontecendo vários casamentos. A juíza Lindalva, ao aprovar nosso casamento, não deixou dúvidas de que é possível.

Por meio da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, Lindalva afirmou que apenas o titular da Vara de Registro Público pode dar informações sobre as ações no período em que esteve como substituta. O Tribunal de Justiça diz não ter como fazer um levantamento preciso de quantos casamentos de pessoas do mesmo sexo possam ter havido porque não há discriminação entre casais heterossexuais e homossexuais nos registros.

Diferentemente do que Oliveira Marques afirmara, ele não assumiu a Vara de Registro Público “dois meses antes” da decisão do STF. O juiz assumiu a função em 1 de outubro de 2011. O titular anterior da vara foi Fernando Cesar Ferreira Viana, que autorizou ao menos outro casamento gay na cidade, entre o militar João Batista Pereira da Silva e o coordenador do programa estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento Silva. A decisão da conversão de união estável para casamento foi proferida em 15 de agosto de 2011.

— O juiz não pode cometer um equívoco deste, trata-se de um desrespeito às demandas dos cidadãos — afirma Nascimento. — O Brasil precisa se adequar ao contexto de países civilizados no assunto.

Casais de todo o país têm se apoiado na decisão do STF para conseguir sua união estável, mas ainda dependem da interpretação de juízes para o casamento. Nascimento organiza para os próximos meses uma ação coletiva de 40 casais no Rio: eles vão entrar ao mesmo tempo na Justiça com o pedido de casamento. Caso não esteja de férias, vão encontrar Oliveira Marques.

— É difícil dizer exatamente quantos casamentos já tivemos no país, pois muitos casos correm em segredo de Justiça. Temos uma estimativa de mais de cem, a partir de uma rede de contatos — afirma Nascimento.

Senado dá mais um passo rumo ao casamento gay

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado aprovou projeto de lei de Marta Suplicy (PT-SP) que altera o Código Civil, prevendo a união estável entre casais homossexuais e a possibilidade de sua conversão em casamento. O projeto terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), pelo plenário do Senado e pela Câmara dos Deputados.Decisões já tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e outros de órgãos do Estado como o INSS e a Receita Federal estão incluídas no projeto como exemplos a serem incluídos no Código Civil. O projeto da senadora, por exemplo, estabelece que a união estável poderá ser convertida em casamento, mediante requerimento formulado pelos companheiros. Para tanto, o casal de homens ou mulheres terão apenas que declarar não ter qualquer impedimento para casar e indicar o regime de bens que passam a adotar.

 

Obama faz negros apoiarem casamento homossexual nos EUA



Por Welton Trindade para o Parou Tudo 

Nos EUA, os negros só perdem para religiosos evangélicos quando o assunto é reprovar os direitos homossexuais. Mas, veja que interessante, o apoio do presidente Barack Obama a essa questão arco-íris pode ter ajudado a mudar essa marca histórica.

Pelo menos o cenário modificou-se justamente depois da declaração presidencial pró-LGBT. Pesquisa da rede tevê ABC e do jornal Washington Post constatou que, dentre negros, o percentual dos que apoiam o casamento homossexual aumentou em 18%, indo a 59% do total.

A notícia é ótima também para a campanha de Obama, que tinha medo justamente da homofobia marcante dentre negros e do quanto ela poderia tirar votos do candidato nesse segmento. Mas, até agora, só coisas boas aconteceram!

Ricky Martin responde pastor que fez duras críticas ao casamento gay


Visto no Virgula 

No Twitter, Ricky Martin responde pastor pretende “trancar todas as lésbicas e gays em um campo cercado com cercas elétricas”

Desde que decidiu sair do armário há aproximadamente dois anos, Ricky Martin se tornou uma das celebridades mais engajadas na defesa dos direitos dos gays. Recentemente ele enviou mensagens de apoio a família de um jovem homossexual que foi agredido no Chile e veio a falecer em decorrência do ataque.

Dessa vez o cantor não ficou calado diante das declarações polêmicas de Charles Worley, um pastor norte-americano, que defende a ideia absurda de “trancar todas as lésbicas e gays em um campo cercado com cercas elétricas”.

“Charles Worley é uma alma vazia que difunde sua mensagem de ódio em nome de seu Deus. Estupidez”, escreveu o astro em seu Twitter. O comentário foi feito pelo religioso durante uma pregação contra o casamento gay, na última sexta-feira (18), em sua igreja na Carolina do norte.

O pastor também criticou a atitude do presidente norte-americano, Barack Obama, que se declarou favoravel ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Worley chamou Obama de um “assassino de bebês e amante dos homossexuais”, enquanto dizia que tais atos são pecados que o davam “vontade de vomitar”.