16/09/2013

Marcelo Serrado e ator do seriado True Blood farão namorados em filme

 
Publicado pela Época
Coluna no Bruno Astuto
 
Em 1994, o diretor australiano Stephen Elliot veio ao Brasil para a pré-estreia de Priscilla, a Rainha do Deserto. Da visita, ele conheceu o atual marido, o brasileiro Wilmann, com quem está até hoje. "Quando pisei no Rio me apaixonei pela cidade imediatamente e voltei muitas vezes", diz o diretor, que conheceu o amado num jantar e, no dia seguinte foram ao Pão de Açúcar. A história verídica é um dos enredos de Rio, Eu Te Amo, que está sendo rodado até outubro e conta 10 histórias de amor vividas na Cidade Maravilhosa, cada uma delas com o olhar de um diretor vindo dos cinco continentes. "Nós chegamos ao Pão de Açúcar e a intenção era apenas andar em volta, mas quando olhei para cima, tivemos que subir. Estávamos de shorts, camisetas e sandálias de dedo. Nada apropriados. Escalamos até o topo e quando chegamos presenciamos o mais perfeito pôr do sol. Estávamos sujos, exaustos e sedentos. Havia uma banda estranha tocando, mas claro, para o filme, escalei a cantora Bebel Gilberto. Ela é ótima", diz Elliot, que completou 50 anos no fim de agosto e comemorou a data na cidade.
 
Aliás, ele pretende formalizar o casamento no país - ele já é casado no papel no Reino Unido. Para fazer o papel do diretor, ele escalou o ator australiano Ryan Kwanten, o Jason Stackhouse, da série de vampiros True Blood. "Queria que fosse um australiano, que são muito parecidos com os cariocas. Não sabia se íamos fazer a escalada em estúdio, mas queria que fosse real. Foi uma das produções mais difíceis tecnicamente. Subimos o Costão com câmeras, toda a equipe etc. Talvez um ator americano não encarasse, mas Ryan aceitou sem medo", afirma o diretor. O papel do brasileiro é de Marcelo Serrado. "Não conhecia o Marcelo. Ele é um homem muito engraçado e tive muita sorte porque ele trabalhou pesado com dedicação, seja fazendo um filme, uma novela ou teatro. E ele foi incrível", diz Elliot, que tem mais planos para o Brasil. "Mas todos ficarão em segredo, só posso adiantar um deles: quando vim para a pré-estreia de Priscilla, tive uma experiência que me fez escrever um roteiro sediado no Rio. Isto eu acho que será uma possibilidade de filme no futuro".
 
 

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