Garoto de 17 anos é expulso de escola por se assumir gay em canal do YouTube

 
Por Redação Hypeness
 
Adolescentes são expulsos de suas escolas o tempo todo por comportamento violento ou por notas baixas. Mas o norte-americano Austin Wallis, de 17 anos, um aluno aplicado e adorado por professores e colegas, foi convidado a sair da escola em que estudava. O motivo? Austin é homossexual e, em seu canal no YouTube, publica vídeos em que fala sobre o assunto ao lado de seu namorado.
 
No último vídeo que postou, o garoto conta, em meio a lágrimas, como foi que o diretor da Luteran High North, em Houston, no Texas (EUA), chamou seus pais até a escola e afirmou que o garoto só poderia permanecer estudando lá se voltasse para o armário e se desligasse de todas as suas contas em redes sociais. “O diretor me chamou e disse que descobriu que eu era gay. [...] Ele basicamente me disse que eu deveria voltar para dentro do armário para continuar na escola. E que eu não poderia estar envolvido em nenhum outro vídeo ou algo do tipo“, disse Austin.
 
No vídeo, que já foi assistido mais de 250 mil vezes, o garoto fala sobre professores e colegas que o apoiaram frente à polêmica decisão do colégio e como ele se surpreendeu com a atitude do diretor. “Quando eu saí do armário, eu sabia que haveria bullies… Mas eu nunca esperei que essa atitude viesse daqueles que deveriam me proteger dos bullies“, disse o garoto.

 
Em um comunicado emitido pela escola após o incidente, a instituição afirma que “a Lutheran High North se reserva o direito de rejeitar a admissão de um aluno ou descontinuar a matrícula de um estudante se ele participar, promover ou dar suporte a: pornografia, imoralidade sexual, atividade homossexual ou bissexual ou mostrar inabilidade ou resistência para promover as qualidades e caraterísticas exigidas por um estilo de vida cristão baseado na Bíblia“.
 
Austin, que é religioso, mostra-se profundamente chateado com a decisão da escola e completa: “Eu sou cristão e eu amo meu Deus, e eu não acredito que seja isso que Ele gostaria. Eu não sinto que excluir alguém pelo que ele é seja algo cristão“. Assista ao vídeo completo:
 

Comentários

  1. Seria adequado corrigir a informação, ao que me parece a escola não é católica e sim luterana, portanto evangélica, o que de longe não é a mesma coisa.

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