01/02/2015

Homofobia, racismo e xenofobia: sede do Super Bowl é rodeada de polêmicas


Visto no site da ESPN

O Super Bowl XLIX acontece neste domingo, em Glendale, no Arizona. No entanto, há cerca de um ano, a presença do University of Phoenix Stadium como sede da final da NFL em 2015 era incerta. Isso porque, à época, estava em discussão um projeto de lei no Arizona, o SB 1062, que propunha que pessoas e empresas poderiam se recusar a prestar serviços a gays e lésbicas baseando-se na crença religiosa.

Depois de protestos e mensagens de repúdio de políticos e até da NFL, a governadora do estado, a Republicana Jan Brewer vetou o projeto de lei e encerrou a polêmica no dia 26 de fevereiro do ano passado.

Em 1990, o estado do Arizona perdeu o direito de sediar o Super Bowl de 1993 após decidir não aprovar um feriado para homenagear Martin Luther King Jr (um dos maiores ativistas políticos contra o racismo da história norte-americana).

A situação mudou em 1992, e Phoenix, cidade mais importante do estado do Arizona, sediou o Super Bowl em 1996.

Segundo uma pesquisa realizada pela "Human Rights Campaign", uma organização norte-americana de direitos civis, Glendale, local do estádio do Super Bowl deste ano, recebeu 36 pontos dentre 100 possíveis no índice de igualdade de direitos para a comunidade LGBT, abaixo da média do estado, que é de 68 pontos.

Por fazer fronteira com o México, o Arizona tem muitos descendentes e imigrantes latinos. Há cinco anos, foi aprovada a nova lei para imigrantes, a SB 1070, que segue em vigência e também provocando polêmica.

A lei foi considerada uma das mais rígidas da história, já que propõe que cidadãos possam ser autuados e presos pela polícia caso não tenham sua documentação de imigração em ordem.

Veja direto no site da ESPN

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