15/10/2015

Assassinato de ativista trans causa comoção na Argentina: é a terceira mulher trans morta em um mês.


Visto no G1
Com informações da Reuters

Famosa ativista dos direitos gays foi encontrada morta nesta terça. Argentina permite mudança de gênero em documentos oficiais.

Uma famosa ativista argentina dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgênero (LGBT) foi encontrada morta em seu apartamento em Buenos Aires nesta terça-feira (13), sendo a terceira mulher transgênero a ser encontrada morta violentamente no último mês no país.

A Anistia Internacional disse nesta quarta-feira que o corpo de Diana Sacayan possuía sinais de violência. A presidente Cristina Kirchner, que em 2012 entregou pessoalmente a Sacayan o cartão de identidade que a reconhecia como mulher, também pediu por justiça.



“Peço aos serviços de segurança nacional e à polícia metropolitana que solucionem este crime horrível”, disse Cristina durante um pronunciamento.

A Argentina é um dos poucos países a permitirem que seus cidadãos mudem de gênero em documentos oficiais de identificação. Os países latino-americanos possuem algumas das maiores taxas de assassinato de pessoas transgênero, de acordo com grupos ativistas.

A morte de Sacayan ocorre em seguida aos assassinatos de Marcela Chocobar e Coty Olmos, duas mulheres transgênero cujos corpos foram encontrados ao longo do último mês nas províncias de Santa Fé e Santa Cruz.

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