16/11/2015

Theodoro Cochrane fala sobre episódio do beijo gay no carnaval e do suposto “affair” com Gianecchini


Visto no SuperPride

Em entrevista para a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, o DJ, figurinista e cenógrafo e diretor Theodoro Cochrane falou sobre dois temas espinhosos em que está envolvido.

Em fevereiro deste ano, as fotos de Theodoro beijando outro rapaz no Carnaval na Bahia provocaram um terremoto nas redes sociais e uma repercussão que o filho de Marília Gabriela não esperava. “Escreveram coisas horrorosas a respeito de mim, da minha família, nas redes sociais. Eu tinha medo de sair de casa. Minha página ficou parecendo um site pornográfico, de tanta foto erótica. Foi muito forte”, contou.



Theodoro também disse que preferiu ficar em silêncio para evitar “mágoas e evitar a impressão de que queria se promover”. “Não que eu quisesse esconder, mas preferia que não viesse à tona. Acho que vivemos num país extremamente careta em alguns sentidos, bastante hipócrita”, completou.

Não quero ser setorizado, ser de um nicho. Gosto de mostrar o meu trabalho e a minha sensibilidade artística. Eu sou Theodoro, eu sou um ator, um figurinista, um DJ, um diretor. Se eu tô beijando mulher, se eu tô beijando homem, se eu tô beijando cachorro, não vai interferir. É minha vida”. E revela uma tristeza: “Eu nunca tive reconhecimento com meu trabalho nessa amplitude”, desabafou.



Outro tema da entrevista com Theodoro foi o boato de que ele teria um “affair” com o ator e ex-marido da mãe, Reynaldo Gianecchini: “É uma mentira absurda”, afirma Theodoro. Na época, tinha namorada, ele lembra. “É ofensivo a mim, a ele e principalmente à minha mãe. As pessoas preferem aceitar que o galã da novela das oito é gay a acreditar que ele é apaixonado por uma mulher mais velha. Para que a minha mãe ia se submeter a isso? E queimagem de sucesso que eu tenho [irônico], de capa de revista, galã de TV, para ela ser obrigada a me ‘poupar’?”, finalizou.

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