31/10/2014

Ariana Grande: "Deixei de ser católica quando disseram ao meu irmão que Deus não o amava por ser gay"



A cantora de 21 anos afirmou que quando disseram ao irmão, Frankie Grande (concorrente do Big Brother nos Estados Unidos) que Deus não o amava por ele ser gay, ela deixou de se identificar como católica.

Por volta da mesma altura os dois visitaram um centro da Kabbalah, e identificaram-se bastante com a ideologia. “Tens que pensar nas tua intenções, ter a certeza que não estás só a alimentar o teu ego. Tens que controlar o teu lado reactivo. Tens o poder de mudar a tua própria realidade.”

Já no ano passado, num entrevista ao jornal Metro a cantora afirmou “A igreja disse que o Spongebob Squarepants é gay e um pecador e que devia arder no inferno. E que o Harry Potter era um pecado. E que as mulheres trabalharem também. E pensei “Chega! Primeiro os gays, depois o Spongebob, e agora o Harry Potter? Sai daqui! Não era para mim. E a coisa das mulheres trabalharem? Foi o momento para mim. Precisava de outra coisa em que acreditar.”

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Veterana da Marinha é autorizada a enterrar esposa em cemitério militar dos EUA



A veterna com 74 anos só conseguiu a autorização depois da aprovação da igualdade no casamento para gays e lésbicas no Idaho.

Para Madelynn Lee Taylor foi a realização de um sonho de longa data ter a possibilidade de ficar junta para sempre com o amor da sua vida e com quem casou tanto a nível religioso como a nível legal.

E era justo que uma veterana que serviu o seu país tivesse a possibilidade de usufruir de uma regalia militar disponível para todos os militares.

No entanto o cemitério militar do estado do Idaho é gerido pelo estado, e só após a alteração da constituição para permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo é que foi possível realizar o sonho de Taylor.

Logo após a entrada em vigor da alteração da lei, Taylor dirigiu-se ao escritório de gestão do cemitério para preencher a documentação necessária para o processo que teve inicio o ano passado, e pedir também uma placa de granito com o seu nome e o nome da sua esposa, Jean Mixner. A placa também terá escrito “Together Forever” (Juntas Para Sempre).

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Trilha Especial LGBT: "HiM - A gay Hollywood love triangle " com Geo Louis

30/10/2014

'Tenho orgulho de ser gay', diz Tim Cook, presidente da Apple


Do G1

Executivo disse que colegas de empresa sabem e não o discriminam. Ele disse tentar manter privacidade e focar atenção nos produtos da Apple.

Tim Cook, presidente-executivo da Apple, revelou ser gay, em artigo publicado no site da revista “Bloomberg Businessweek” publicado nesta quinta-feira (30). “Ao longo da minha vida profissional, eu tentei manter um nível básico de privacidade”, começou. “Apple já é uma das companhias do mundo mais observadas de perto do mundo, e eu gostaria de manter o foco nos nossos produtos e nas incríveis coisas que nossos consumidores pretendem com eles.”


 Tim Cook também tirou selfies com os clientes de loja da Apple
 no lançamento do iPhone 6 (Foto: Justin Sullivan/AFP)

“Por anos, eu tenho sido aberto com muitas pessoas sobre a minha orientação sexual. Muitos colegas na Apple sabem que eu sou gay, e isso não parece fazer diferença no modo como eles me tratam”, revelou o executivo, que se tornou em 2011 o sucessor de Steve Jobs, lendário fundador da companhia.

'Um dos maiores dons'

O executivo diz que revelar publicamente sua opção sexual não é uma escolha fácil, pois tem dedicado sua vida ao trabalho, mas que “parte do progresso social é a compreensão que uma pessoa não é definida apenas por sua sexualidade, raça ou gênero”. Cook diz que ele tem “sorte” por ser aceito em sua empresa, o que não ocorre com todo mundo. “Eu tenho orgulho de ser gay e considero ser gay um dos maiores dons que Deus me deu”, afirmou.

.A dificuldade em ter de lidar com a discriminação a sua orientação sexual, conta, deu a ele “pele de um rinoceronte, o que vem a calhar quando você é o CEO da Apple”. “Ser gay me deu uma entendimento mais profundo do que significa ser minoria e abre uma janela que mostra os desafios que pessoas de outras minorias têm de enfrentar todo dia”, escreve.

Tim Cook diz que o tratamento dispensado aos gays mudou desde que ele era criança. “Há muitos lugares onde os senhorios podem evitar inquilinos que sejam gays, ou onde nós podemos ser proibidos de visitar parceiros doentes e partilhar de seus espólios.”

Tijolo por tijolo

No texto, o executivo cita o líder do movimento negro Martin Luther King (1929-1968) e o ex-senador norte-americano Robert F. Kennedy (1925-1968) como pessoas que dedicaram suas vidas a causas em prol de outras pessoas. E que ele ficava se perguntando o que poderia fazer pelos outros.

“Eu não me considero um ativista, mas eu percebo quando eu tenho me beneficiado do sacrifício de outros. Então se ouvir que o CEO da Apple é gay pode ajudar alguém lutando para chegar à ciência de quem ele ou ela são, ou trazer algum conforto a qualquer um que se sinta sozinho, ou inspirar as pessoas a insistir em sua igualdade, então vale a pena trocar isso pela minha privacidade”, escreve Tim Cook.

“Eu não pretendo que o que eu escrevi me coloque na liga deles [de Martin Luther King e Robert F. Kennedy]”, brinca Cook, fazendo menção aos dois líderes norte-americanos assassinados. “Eu estou fazendo minha parte, ainda que pequena, para ajudar os outros. “Nós pavimentamos o caminho iluminado pelo sol em busca de justiça juntos, tijolo por tijolo. Esse é o meu tijolo.”

Veja direto no G1

Antinoo: Nova religião gay resgata jovem deus romano amante de imperador e culto à beleza



Visto na Revista Lado A

Antínoo, um jovem romano próximo ao imperador Adriano Augusto, morto aos 20 anos no Egito e transformado em Deus no século II, vem ganhando seguidores na nova Religio Antinoi, uma seita que aspira resgatar a história e devoção ao último Deus da antiga religião romana. Nascido na cidade de Claudiopólis, Bitínia, então Grécia, no Oeste da hoje Turquia, aos 13 anos o jovem chamou a atenção do imperador Adriano por sua beleza, sendo levado à corte romana onde foi treinado para ser um soldado e acompanhante real. Conta a história que o rapaz que já era belo alcançou um alto nível de instrução e se tornou um dos mais lindos homens de Roma,  comparado a Ganimedes, Adônis, Dionísio e outros homens e deuses que foram destacados por sua beleza que alcançava a perfeição e atraíam os pares do mesmo sexo.
 
O imperador tinha 34 anos a mais do que seu predileto, e durante uma visita ao Egito, quando os locais celebravam culto a Osíris, pedindo abundância nas cheias do Nilo. Conta a história que o momento era de profunda revolta, uma vez que as duas últimas cheias não foram suficientes para fertilizar as margens plantadas e que os constantes saques da produção local por parte do Império Romano não agradavam os locais. Eis que em uma noite Antinoo é encontrado afogado no rio. Não se sabe exatamente se ele foi assassinado, se caiu no Nilo, ou se foi sacrificado, de boa vontade ou não. Sabe-se porém da lenda de que pessoas mortas no rio ou sacrifícios, eram consideradas como tomadas por Osíris.
 
O imperador chorou desesperadamente ao saber da morte de seu acompanhante e foi consolado pelos sacerdotes locais que contaram da lenda de Osíris. Adriano então decidiu transformar Antinoo em um Deus. Transformou o local de sua morte em Antinoópolis, ergueu estátuas e obeliscos, cunhou moedas, criou uma religião de culto ao amado por toda Roma, lançando o jovem eternamente para a história, arte e para o rol de deuses romanos, uma das mais lindas manifestações de amor. A versão mais romântica diz ainda que Antinoo se ofereceu como sacrifício para garantir a paz no reino e a prosperidade de seu amado. Alguns dizem ainda que o jovem se matou pois estava perdendo sua juventude e a atenção do imperador.
 
Adriano, que era casado com uma mulher, viria a se tornar um dos mais criticados imperadores por sua aberta predileção por rapazes e bacanais, o que posteriormente foi usado durante a ascensão do cristianismo como religião oficial de Roma, que baniu outros deuses, como Antinoo, do império, alguns séculos depois, pregando o monoteísmo e uma religião de proibições e pecados, perseguindo os pagãos e homossexuais. Mesmo assim, mais de 500 imagens do deus romano sobreviveram e estão espalhadas pelos principais museus do mundo.
 
Em 30 de outubro de 2002, Antonius Subia, um norte Americano de Los Angeles, ergueu em sua sala de jantar um altar para Antinoo e fundou o que chama igreja moderna de Antinoo, ou Eclesia Antinoi, uma religião gay que realiza cultos ao deus pagão e realiza a cada 4 anos jogos virtuais em homenagem ao antigo deus romano, como na tradição antiga. “Que a beleza de Antinoos esteja conosco”, diz a saudação final de dos textos do site oficial da organização que atua fortemente na internet, retransmitindo as celebrações ao vivo.
“Quase 2000 anos de silêncio e repressão, então Antinoo será novamente venerado por pessoas gays de todo o mundo”, diz o texto do site da Igreja que não pede filiação oficial mas apenas o culto ao seu Deus. A igreja lamenta a perda do elo com a Igreja do passado e assume que apenas herdou a fé e que sua liturgia é baseada no culto pagão, mas não diretamente no que era realizado nos templos Antinoonianos, optando pela liberdade de manifestação em todas as suas formas para venerar o belo. Resgatando fragmentos ou criando formas modernas de espiritualidade gay o grupo quer se popularizar no mundo. Recentemente dois brasileiros ganharam os jogos de culto a Antinoo e já há interessando em trazer a religião para o Brasil.
 
Confira mais desta religião aqui.
 
Confira o vídeo vencedor do III Antinoeiad, do brasileiro Pietro Adjano:
 




 

Repressão e resistência: livro analisa relações entres gays e ditadura


Por ROLDÃO ARRUDA para o Estadão
 
Organizada com o propósito de incluir a questão da homossexualidade na historiografia da ditadura, coletânea mostra a perseguição aos gays e as diferentes formas de resistência

Chega às livrarias nos próximos dias o livro Ditadura e Homossexualidades – Repressão, Resistência e a Busca da Verdade (Editora EdUFSCar).  Organizado por James Green e Renan Quinalha, reúne nove artigos que analisam as relações entre a ditadura brasileira (1964-1985) e as lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transsexuais e transgêneros (LGBTs). Discute de que maneira a ditadura, mesmo sem empreender uma ação repressiva direta e sistemática, como ocorreu no caso dos militantes de esquerda que participaram de ações armadas, vigiou, perseguiu, puniu e dificultou a vida das pessoas pertencentes a esses grupos.

A repressão às pessoas LGBT não começou nem acabou com a ditadura. Mas, como observa Green numa das passagens do livro, a eliminação dos direitos democráticos e das liberdades públicas, com o golpe de 1964, facilitou a vigilância e a perseguição. Textos produzidos por militares e utilizados para nortear as ações dos serviços de segurança, na chamada luta contra a subversão, frequentemente associavam a homossexualidade aos esforços da chamada máquina comunista que estaria minando valores e instituições no País.

Uma das consequências da repressão foi o atraso no desenvolvimento dos movimentos de defesa dos direitos dos homossexuais. Quando a ditadura se instalou aqui, já existiam nos Estados Unidos e na Europa, assim como na vizinha Argentina, grupos organizados revindicando mudanças nessa área.
 
Paralelamente à descrição e análise das violências, a coletânea não perde de vista as ações de resistência, nas suas mais diferentes formas. Logo no prefácio, o historiador Carlos Fico, um dos mais respeitados pesquisadores do País sobre o período ditatorial, observa que Ney Matogrosso e o grupo Dzi Croquettes, duas experiências artísticas tão criativas quanto ousadas, surgiram naqueles anos.

Um dos capítulos do livro é dedicado ao jornal Lampião da Esquina, que surgiu no fim da década de 1970 e, em três anos de existência, enfrentou a censura, a moral conservadora da esquerda e a intolerância da direita. Há um capítulo também para o Somos – Grupo de Afirmação Homossexual, o primeiro grupo LGBT no Brasil.

No capítulo final, Da Liberdade à Democracia, o professor José Reinaldo de Lima Lopes, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), aborda a diferença conceitual entre direitos de liberdade e direitos de identidade e acaba conectando o leitor às lutas de hoje. Na avaliação do autor, as lutas pelos direitos dos homossexuais ajudam a consolidar a democracia. Daí o fato de encontrar tanta resistência entre “os antidemocratas, os que se negam a retirar do sistema jurídico os elementos discriminatórios, os que defendem que os preconceitos sejam a base natural da lei”.

Green é professor de história do Brasil na Brown University, nos Estados Unidos, e autor dos livros Além do Carnaval: a Homossexualidade Masculina no Brasil do Século 20 e Apesar de Vocês: a Oposição à Ditadura Militar nos Estados Unidos, 1964-85. Quinalha é doutorando em relações internacionais na USP e autor do livro Justiça de Transição: Contornos do Conceito. Ele também assessora a Comissão da Verdade Rubens Paiva, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os outros autores da coletânea, primeiro e alentado esforço organizado para incluir a questão dos gays na historiografia da ditadura, são Benjamin Cowan, Jorge Câe Rodrigues, Luiz Gonzaga Morando Queiroz, Marisa Fernandes, Rafael Freitas e Rita de Cassia Colaço Rodrigues. O cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, integrante da Comissão Nacional da Verdade, e o deputado Adriano Diogo (PT), presidente da Comissão Estadual da Verdade São Paulo, assinam artigos no posfácio do livro, ao lado de Green e Quinalha.
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O lançamento do livro em São Paulo está marcado para 27 de novembro. Será na Biblioteca Mário de Andrade, a partir das 19 horas.

Trilha Especial: George Ezra - "Listen to the Man"


29/10/2014

Dilma defende criminalização da homofobia em entrevista ao SBT


A criminalização da homofobia e a união de casais homoafetivos apareceram pela primeira vez na série de entrevistas que a presidenta Dilma Rousseff tem dado para quatro emissoras de tevê aberta nesta segunda e terça.

“Darei integral apoio a isso [a criminalização da homofobia]. Acho que essa é uma medida civilizatória. O Brasil tem que ser contra a violência que vitima a mulher, a violência que, de forma aberta ou escondida, fere os negros, que são maioria da população. E contra a homofobia, porque isso é, de fato, uma barbárie”, afirmou a presidenta em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar gravada e exibida na noite desta terça-feira, 28, no SBT.

Sobre a união de casais homoafetivos, Dilma afirmou que, quanto ao casamento religioso, cada igreja deve decidir sua posição. “Apoio a decisão tomada na suprema corte que reconheceu todas as características do casamento civil”, completou.

Ao final da conversa, o jornalista listou esse e outros temas que apareceram durante a campanha, pedindo que a presidenta as comentasse. O primeiro deles seria um possível retorno do ex-presidente Lula à corrida presidencial em 2018. “Já disse uma vez e volto a dizer: o que o Lula quiser ser, eu apoiarei.”


Outro assunto que surgiu foi a regulamentação da mídia. “Não vou regulamentar mídia no sentido de interferir na liberdade de expressão. Eu vivi sob a ditadura e sei o imenso valor da liberdade de imprensa”, afirmou a presidenta, acrescentando que o papel da imprensa, contudo, seria amplamente discutido. Quando ao direito de resposta, disse: “Direito de resposta é algo democrático. Tem de ser de fato regulamentado, pois não a pessoa não pode se dar o luxo de bloquear informações porque se sente ofendida ou ferida”.

Pouco antes, ao falar sobre as investigações dos escândalos da Petrobras, Dilma citou indiretamente o assunto da capa da revista “Veja” que circulou desde o final da semana passada. “Farei uma comunicação integral de todas as informações para a população, de forma que vazamentos seletivos que interessam a grupos que manejam essas informações não os beneficiem mais. Eu fui vítima nos últimos dias da minha campanha de um vazamento estranhíssimo, porque a acusação não foi feita às claras e a prova não foi mostrada.”

Minutos antes, Dilma também deu entrevista ao vivo ao jornalista Ricardo Boechat, da Band, no qual abordou temas como a economia, a previdência e a reforma política. Sobre o último tema, comentou especificamente as críticas que já recebeu de Renan Calheiros:

“Vi nessa campanha uma ânsia imensa pela reforma política, um movimento muito forte de vários segmentos irmanados nessa questão, que me apresentou entre 7 e 8 milhões de assinaturas que serão encaminhadas ao Congresso Nacional dentro do princípio de que, a partir daí, é possível uma legislação de iniciativa popular que coloque na pauta essa questão. Todos defendem a consulta popular, seja na forma de referendo, seja na de plebiscito, o que deságua numa assembleia constituinte. Vai ser muito difícil essa não ser uma discussão interativa. A forma como vai ser eu ainda não sei, mas é muito difícil que não exista essa consulta popular.”

“Eu acho que não é uma negociação toma lá, dá cá. Tem que ser uma negociação sobre questões importantes para o futuro do País. É obvio que podemos perder a votação no Congresso. O que eu acho que vamos ter de discutir não são questões pontuais, mas como encarar daqui para frente as reformas fundamentais. Essa da reforma politica, como encaminhar a reforma tributária. As questões que vão encaminhar o País.”

Veja direto na Carta Capital

22º Festival Mix Brasil promete rica programação LGBT em novembro



Com o objetivo de exaltar a cultura LGBT, quebrar tabus e propagar a diversidade, chega à 22ª edição o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, que desembarca na capital paulista entre 13 e 23 de novembro. A programação conta com diversas manifestações artísticas, como cinema, teatro, música, dança e muito mais, e pode ser conferida no CCSP, no Cinesesc, Espaço Itaú de Cinema – Augusta e sessões ao ar livre. O preço dos ingressos varia de acordo com dia e local.

Um dos destaques da programação é o longa inédito "Algo a Romper" ("Something Must Break", Suécia, 2014), de Ester Martin Bergsmark, premiado em diversos festivais internacionais. O filme conta a história da batalha pelo amor entre dois jovens, sendo um deles Sebastian, andrógino, e Andreas, que não é gay.


Dentre os destaques do Panorama Internacional, seção dedicada à exibição de novas produções estrangeiras, está o documentário português "E Agora? Lembra-me", de Joaquim Pinto. Convivendo com o HIV e a hepatite C há quase 20 anos, o diretor Joaquim Pinto documenta sua experiência por clínicas clandestinas onde, durante um ano, fez uso de drogas ainda não aprovadas para o tratamento do vírus.



Já no Circuito Nacional, o filme "Favela Gay", de Rodrigo Felha, vale a pena ser conferido. O longa revela como é a vida dos LGBT's nas comunidades de favelas cariocas, abordando questões como homofobia, preconceito, aceitação no trabalho e na família e muito mais.



A programação completa será divulgada em breve.

Veja direto no Catraca Livre

Trilha/Clipe LGBT: "Handsome Man" com Matt Alber