18/09/2014

Leandra Leal sela união homoafetiva de ex-BBB


Visto no site da RedeTV

Leandra Leal foi escolhida pelo ex-BBB Aslan Cabral como 'mestre de cerimônia' de seu casamento com o médico Arthur Aguiar, com quem está junto há sete anos, na praia de Ponta de Mangue, Alagoas.

Orgulhosa do convite, a atriz da novela 'Império' publicou imagens do evento em sua página do Instagram. “Nós vos declaramos marido e marido! O amor, a vida e o encontro devem ser celebrados sempre. Viva!”, escreveu em uma das legendas das imagens nas quais aparece frente ao casal, selando a união.


“Casamento lindo, cheio de amor e alegria. Obrigada por terem me confiado a missão de conduzir esse ritual de amor”, disse ainda.

Aslan, por sua vez, agradeceu o carinho da amiga em aceitar a proposta."Conheço a Leandra há mais de 10 anos. Ela viu tudo do comecinho. Por isso achei melhor chamá-la, pela doçura e amor que tem por nós. Seria a pessoa mais indicada para isso", declarou.

Após o casório, Aslan e Arthur viajaram para o Peru em lua de mel.


Veja direto no site da RedeTV

Casamento coletivo reúne 12 casais gays e um heterossexual no Amazonas


Visto no iGAy

Muitos noivos gays, muitas noivas lésbicas e apenas um casal hetero. Foi assim o casamento coletivo que reuniu 13 casais no auditório da sede da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Amazonas (OAB/AM), na terça-feira (16). O iGay quer dar os parabéns aos 12 casais homoafetivos e também ao heterossexual, por ter se casado e também por ter feito parte da celebração onde era a minoria.

"Informamos que seria um casamento coletivo homoafetivo. Ao serem perguntados se ainda queriam participar, eles responderam: 'Vamos, mas será que eles (os homoafetivos) vão querer casar com a gente?'. Isso prova que, muitas vezes, a gente enxerga preconceito onde não tem", disse Alexandra Zangerolame, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/AM, órgão que promoveu a iniciativa, a quarta deste tipo no Brasil.


Ponto para Manaus, que realizou o evento festivo sem nenhum tumulto, diferente do casamento coletivo realizado no Rio Grande do Sul no sábado (13), onde apenas um dos casais era gay e foi motivo suficiente para um incêndio criminoso ser provocado no local da cerimônia.

A defesa do direito à felicidade fez parte do discuros do juiz Luiz Carlos Chaves, da 4ª Vara Civil de Família e Sucessões, que realizou ano passado o primeiro casamento homoafetivo do Estado. Ele reprovou publicamente a conduta dos juízes de paz que se recusam a realizar casamento homoafetivos. “Não podemos ter membros do Judiciário impondo as suas crenças e tolhendo pessoas de seus direitos civis. Trabalhamos para que, mais para frente, essa prática não seja mais notícia, e sim que esteja arraigadA no cotidiano das pessoas.”


Com o casamento, os casais gays garantem sua segurança jurídica e têm assegurados direitos como herança, pensão alimentícia, previdência, sucessão. “Ele veio para resolver uma situação muito comum, de casais homoafetivos que moravam, às vezes, 15, 20 anos juntos, construíam uma história e, quando um morria, a família tomava tudo alegando que o companheiro não tinha direito”, disse a advogada Neila de Lourdes Tabosa, que estava se casando também.

Veja direto no iGay

Trilha Especial: "Maria's Donkey" com HEIDRIK

17/09/2014

"A vergonhosa indústria gospel de boatos" Por Hermes C. Fernandes

 
 
É constrangedor constatar a que ponto o arraial gospel brasileiro chegou. Os que se dizem portadores da verdade libertadora do evangelho agora recorrem à mentira deslavada para assegurar a eleição de seus candidatos no próximo pleito.
 
No início desta semana, surgiu a notícia de que uma mãe teria confessado ser lésbica e amante de sua própria filha. Isso se alastrou como fogo em capim seco. A cada vez que a notícia fake era compartilhada, comentários do tipo "isso é o fim do mundo" vinham acompanhados de mensagens de apelo para que a igreja se manifestasse contrária a esta deturpação da família apoiando candidatos evangélicos, arautos dos valores familiares.
 
Logo que li a notícia, tive a impressão que se tratava de mais um boato, mas preferi não me manifestar. Até que hoje chegou-me outro artigo revelando que a notícia se tratava mesmo de um hoax.
 
Mesmo compartilhando a informação, sei que será impossível desfazer o mal que esta mentira causou, divulgando inclusive a foto de mãe e filha que nada têm a ver com isso.
 
Outra notícia fake que se alastrou pela internet afirmava que durante entrevista à rádio CBN, o deputado federal Jean Wyllys, desafeto dos ilustres deputados da bancada evangélica, teria afirmado que a pedofilia teria papel fundamental no desenvolvimento sexual da criança. Ele teria dito em cadeia nacional de rádio: “Precisamos abrir nossas mentes. O pedófilo pode ter papel fundamental no desenvolvimento sexual do menino, ensinando uma sexualidade sadia e livre de preconceitos. A etimologia da palavra pedófilo em grego quer dizer ‘Amigo da criança.”
 
Obviamente, o texto gerou revolta entre as pessoas mais conservadoras. No período em que houve uma grande disputa entre Wyllys e o deputado Marco Feliciano dentro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), o boato ganhou força avassaladora.
 
A própria CBN veio a público denunciar a calúnia que vem circulando nas redes sociais contra o deputado do PSOL. Segundo a emissora, tal declaração nunca foi feita na CBN.
 
O referido deputado também negou que tenha dado tal declaração, e afirmou tratar-se de uma campanha difamatória contra ele.
 
Não é a primeira vez que o deputado enfrenta uma onda de difamações como esta. Além de ser acusado de apoiar a pedofilia, é possível encontrar textos afirmando que Wyllys teria dito que cristãos são doentes, que a Bíblia é uma piada, entre outras acusações.
 
O fato de discordarmos de algum posicionamento de alguém não nos confere o direito de difamá-lo. A verdade jamais precisou recorrer à mentira. Aliás, segundo Jesus, o pai da mentira é ninguém menos que o diabo. Portanto, quem assim procede faz-se filho do dito cujo.
 
Antes de compartilhar algo em suas redes sociais, procure saber as fontes. Mesmo que tenha sido divulgado por algum grande canal, não significa que seja verdadeiro.
 
Será que Jesus espalharia boatos contra Herodes e Pilatos para fazer prevalecer a verdade do evangelho?

Casos De Família - "Drag Queen Não é Bagunça!"


Drauzio Varella: Homossexualidade


Trilha Especial: "Finally" com Matt Fishel

16/09/2014

Casal gay adota 4 irmãos e obtém licença-adoção


Visto no Uol Notícias 
 Por Silvia Baisch 

 Quando decidiram oficializar a união estável, em março do ano passado, o auditor fiscal Rogério Koscheck, 51, e o contador Weykman Padinho, 37, moradores do Méier, na zona norte do Rio de Janeiro, tinham certeza de que iriam adotar um menino e uma menina. Há três meses, no entanto, eles se tornaram pais de três meninas e um menino (com idades entre sete meses e 11 anos), irmãos biológicos por parte de mãe, soropositiva.

No momento da adoção, Rogério e Weykman acreditavam que as crianças também estavam infectadas pelo HIV. Mas, no primeiro trimestre da nova família, eles comemoram o fato de que os exames médicos confirmaram que todos estão livres do vírus.

Sendo um profissional autônomo, Weykman pode flexibilizar os horários para ficar mais próximo dos filhos. Mas Rogério (que já é pai biológico de uma mulher de 24 anos) precisou acionar a Justiça. Como servidor da Receita Federal, ele entrou junto ao órgão com um pedido de licença à adotante. "Sempre tive certeza de que seria negada, já que o Estatuto do Servidor Público prevê esse tipo de licença para 'a servidora'".

Na Justiça, Rogério conseguiu o direito de se ausentar do trabalho por 90 dias, prorrogados por mais 60 dias devido aos cuidados demandados pela filha de sete meses. Segundo ele, esta foi a primeira decisão do tipo no Brasil. "Diferentemente dos pais biológicos, a amamentação que fazemos é de carinho. Temos que construir e manter o vínculo com nossos filhos", explicou Weykman.

E esse vínculo parece estar sendo construído rapidamente. Enquanto brincam em casa, as crianças disputam a atenção dos pais como nas famílias mais convencionais. É sorrindo, com olhos marejados e voz embargada, que os dois lembram os primeiros momentos em que viram os filhos. "Não é mentira. Foi em 1º de abril (deste ano). Eles foram escolhidos por nós, mas na verdade foram eles que nos escolheram", contam, quase em uníssono, emocionados.

Com muita naturalidade ao falar do assunto, Rogério conta que pesquisaram na internet sobre o abrigo onde as crianças estavam. "Vimos que se tratava de um local para soropositivos. Mas em momento nenhum isso foi um empecilho", explicou. "Desde a primeira vez que os vimos, sabíamos que eram nossos filhos, independentemente de qualquer doença", complementou Weykman.

Apenas o bebê de sete meses precisará de acompanhamento até completar dois anos, por ainda apresentar os anticorpos da doença, herdados da mãe. A professora da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e infecto-pediatra do Hospital Universitário Pedro Ernesto, Luana Correia, acompanhou os casos das três crianças. Ela explica que não é possível determinar se um bebê é soropositivo momentos após o nascimento.

"O teste sorológico para HIV não pode ser usado como diagnóstico de infecção antes dos 18 meses de vida, porque ele detecta os anticorpos, que podem ter sido herdados da mãe, e não o vírus. É preciso fazer outro exame [de carga viral], que procura diretamente o RNA [ácido ribonucleico] do vírus", explica a médica. Ela informa que nenhuma das crianças adotadas pelo casal homoafetivo teve o exame de carga viral positivo.

Para a advogada do casal, Silvana do Monte Moreira –também presidente da Comissão Nacional de Adoção do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família) e integrante da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-RJ –, os casais homoafetivos já lidaram com tantas adversidades que procuram justamente as crianças que estão excluídas da busca usual (menina branca de até três anos). "Eles não querem que seus filhos passem pelos mesmos sofrimentos pelos quais passaram".

No Cadastro Nacional de Adoção, as crianças são descriminadas por sexo, faixa etária, raça/cor e se possuem algum tipo de doença, entre outras características. Existe um subgrupo exclusivo "HIV", o que não significa, porém, que as crianças aí incluídas estejam infectadas.

A atual guarda provisória para Rogério e Weykman foi concedida em 11 de junho. Para que seja definitiva e o processo de adoção possa ser concluído, é necessário que os processos de destituição de poder familiar sejam transitados em julgado.

Até lá, a família biológica das crianças pode tentar reaver a guarda. No entanto, para a promotora de Justiça do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude do Estado do Rio de Janeiro, Daniela Moreira da Rocha Vasconcellos, essa situação é pouco provável.

"Não posso falar sobre esse caso específico, até porque não sou a promotora com atribuição e ele corre em segredo de Justiça. Mas, em casos como esse, há uma análise prévia da situação da família biológica. Só há a indicação de uma família substituta quando já foram esgotadas as possibilidades com os pais e com a família extensa", afirmou.

Veja direto no UOL Notícias

Vereador sugere que homossexuais sejam 'colocados em uma ilha'

 
O vereador Sérgio Nogueira (PSB), da cidade de Dourados (MS), fez discurso inflamado na Câmara local nesta segunda-feira (15) e propôs que os homossexuais fossem colocados todos em uma ilha por 50 anos. As informações são da rádio 94FM Dourados.
 
"Não podemos passar a ideia de que o anormal é normal. Bota (sic) as pessoas que pensam assim numa ilha por 50 anos. Coloca essas pessoas numa ilha e depois de 50 anos volta para ver; não vai ter mais ninguém”, afirmou ele em seu discurso. Na sequência, Nogueira afirmou não ser homofóbico.
 
O vereador iniciou seu discurso por conta de um convite para que assistisse palestras contra a homofobia que a Secretaria Municipal de Assistência Social organiza. Ele é presidente da Comissão de Assistência Social da Câmara.
 
“Perguntaria para qualquer vereador se podendo ser adotado se optaria por ser adotado por uma família de homossexuais. Não sou a favor da homofobia. Quero colocar a população para refletir. Isso é contra os nossos princípios”, concluiu ele, que é pastor evangélico.
 

Nós somos todo mundo! - por Laerte Coutinho

"Quando se pisa nos direitos de uma parte da população, se pisa nos direitos de todas as pessoas."

Para conhecer candidatos que respeitam as LGBTs nas #Eleicoes2014, acesse www.votelgbt.org e amplie suas opções de voto!

#VoteLGBT